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Santos Tour Down Under

2026

20/01/2026- 25/01/2026
2.UWT
finalizado
GC iconx10
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OPC iconx1
OYC iconx1
SC iconx6

Percurso, análise da corrida, favoritos e previsões para Santos Tour Down Under 2026

Análise escrita por Sergio Yustos (@sergioyustos_) e Cédric Molina (@ilcapoced) do Le Puncheur.

ANÁLISE DA ROTA

EtapaDataKmOnde
Prólogo20 de Jan3.6Adelaide - Adelaide
122 de Jan120.6Tanunda – Tanunda
223 de Jan148.1Norwood – Uraidla
323 de Jan140.8Henley Beach – Nairne
424 de Jan176Brighton – Willunga Hill
525 de Jan169.8Stirling – Stirling

ETAPA 0 - Prólogo Inicial.

  • Horário: 08:30-11:00. GMT+1

O Tour Down Under começará com um prólogo de meros três quilômetros, seiscentos e três metros. Uma distância suficiente para se concentrar na dificuldade técnica do dia, que, juntamente com as condições climáticas, pode decidir o vencedor e o primeiro líder desta edição. Um total de 9 curvas e quase nenhuma reta ao longo do contrarrelógio. Este prólogo não é excessivamente bom para especialistas em contrarrelógio, e é mais adequado para ciclistas poderosos. Podemos ver uma surpresa nesta etapa inaugural.

ETAPA 1 - Final de sprint

  • Horário: 01:50. - 04:25. GMT+1

A primeira etapa deste Tour Down Under ocorre inteiramente em um circuito ao redor de Tanunda. O dia não é excessivamente difícil, mas é verdade que a passagem por Menglers Hill (2.1km - 3.7%) pode fragmentar um pouco a corrida, embora pareça improvável.

Portanto, parece provável que a primeira etapa de estrada será disputada em um sprint e os homens mais rápidos lutarão pela primeira vitória e liderança. Não há muito a destacar nos últimos quilômetros, uma ligeira inclinação positiva, mas em geral um sprint bastante limpo.

ETAPA 2 - Média montanha/dia importante para a classificação geral

  • Horário: 01:50. - 05:20. GMT+1

A dificuldade aumenta neste terceiro dia de competição, acumulando 2800 metros de elevação positiva. Um dia que começa em subida, com a ascensão a Asthon (10km - 4%) permitindo a formação da fuga e ganhar elevação.

Após esta ascensão inicial, o pelotão entrará no circuito que definirá o dia e o percorrerão um total de duas vezes. Este circuito é marcado pela passagem pelo Fox Creek Climb (3.6km - 6.7%), uma subida não muito longa, mas suficiente para causar algum dano e permitir certos movimentos. A última passagem por esta colina será pouco mais de 12,69 quilômetros da chegada, sendo o momento perfeito para saltar do pelotão e tentar alcançar a linha de chegada.

É verdade que parece longe, mas o terreno continua a inclinar-se até sete quilômetros para a chegada, quando tende a descer até o final, com exceção de uma elevação em Asthon (400m - 7.6%) que é abordada quatro quilômetros antes da chegada e pode ser o ponto perfeito para o movimento definitivo.

ETAPA 3 - Etapa de sprint/Fuga

  • Horário: 02:10. - 05:10. GMT+1

Um perfil longo, mas enganoso. 1800 metros positivos bem distribuídos, sem subidas decisivas, mas com elevações constantes que desgastam as pernas. Um início nervoso, terreno para fugas com fé, e uma parte central mais inclinada que convida o pelotão a se reorganizar. A parte enganosa é principalmente que não será uma etapa onde possamos ver movimentos chave para a classificação geral.

A seção final sobe novamente, sem rampas definitivas, mas suficientemente exigentes para perturbar os trens dos sprinters. Entretanto, um dia marcado para um final em massa, a menos que algum corajoso tente a sorte de longe e encontre hesitação atrás. Um dia de paciência, posicionamento, e pernas frescas no final.

ETAPA 4 - Etapa para a classificação geral

  • Horário: 01:45. - 05:55. GMT+1

Sem dúvida, a etapa rainha. Tripla passagem por Willunga Hill (3km - 7.4%), deixando as duas últimas nos quilômetros finais para decidir a classificação geral do Tour Down Under. Não vamos nos enganar, a primeira das duas passagens finais criará dureza, mas é quase inevitável que alguém possa vencer atacando neste ponto.

Assim, é normal pensar que os 3200 metros de subida em Willunga Hill decidirão, em sua terceira passagem, a etapa e também a classificação geral. Uma ascensão que pode permitir diferenças se for percorrida muito rapidamente desde o início, mas que ultimamente resulta mais em pequenas diferenças na chegada. Ainda assim, uma das grandes atrações da corrida. Hora de lembrar Richie Porte.

ETAPA 5 - Sprint reduzido/Homens da classificação geral

  • Horário: 01:40. - 05:40. GMT+1

Uma etapa de subidas e descidas constantes, sem grandes subidas, mas sem um metro livre. Elevações encadeadas organizadas no circuito Stirling (7.3 km – 2.3%), uma subida repetida que pode quebrar a dinâmica do grupo se alguém decidir aumentar o ritmo. Um circuito a ser concluído um total de oito vezes para encerrar esta edição do Tour Down Under no topo desta subida.

Difícil fazer diferenças claras, mas sendo o último dia, se a classificação geral ainda estiver aberta, pode se transformar em um belo dia: ataques distantes, nervosismo, e mais de um tentando até o final.

CLIMA

O calor será um dos fatores a considerar no Tour Down Under, com dias significativamente mais quentes que o habitual para ciclistas vindos do inverno europeu. As temperaturas permanecerão dentro de uma faixa estável, entre 26 e 32 graus, sem leituras extremas. A previsão meteorológica aponta para um clima seco (mas não sem umidade) ao longo de toda a corrida, com uma possibilidade muito remota de instabilidade na segunda-feira. Não se espera que as condições de vento alterem o curso normal das etapas.

PARTICIPANTES

Tour Down Under 2026 Preview

FAVORITOS À CLASSIFICAÇÃO GERAL

Tour Down Under. Início da temporada. Incerteza no horizonte. Um percurso que não apresenta muita dificuldade. Ingredientes suficientes para propor uma corrida aberta, muito aberta, com possibilidades de acabar proporcionando uma surpresa no último dia. É difícil apontar ciclistas que se destacam muito dos demais neste momento, e o que temos que fazer é antecipar quem começou a pré-temporada mais cedo e chega com a forma perfeita para esta edição lutar pela vitória. A priori, e após a análise que fizemos do percurso, é claro que os segundos que podem ser ganhos (ou perdidos) no prólogo inicial podem ser fundamentais para lutar pela classificação geral final. Além disso, o restante das etapas dificilmente propõe grandes diferenças, e a ascensão a Willunga Hill poderia ser definitivamente decisiva, pendente do que acontecer nas etapas de Uraidla e Stirling, as únicas que permitem propor algo diferente.

Entre os nomes que começam como candidatos a buscar a vitória, encontramos Jhonatan Narváez, Jay Vine, Finn Fisher-Black, Lennert Van Eetvelt, Luke Plapp, Adam Yates ou até mesmo Matthew Brennan, que já demonstrou que pode aguentar durante a etapa de Willunga. A alegria de tudo isso é poder se maravilhar após esses cinco dias de competição.

Seguindo esta linha de nomes, talvez os candidatos principais à vitória, encontramos outros nomes interessantes neste tipo de corrida, como Mauro Schmid, Sam Watson, Ivo Oliveira, ou Oliver Bleddyn. Um perfil de ciclista interessante considerando o prólogo inicial, que lhes daria vida na geral para poderem lutar nos dias restantes. Mais arriscado, mas outros como Rémi Cavagna, Corbin Strong, Brady Gilmore, Callum Thornley, Kelland O’Brien, Harry Sweeny, Luke Lamperti, ou Maikel Zijlaard também poderiam ser considerados para assistir com as etapas que temos pela frente.

Não quero deixar de mencionar ciclistas como Santiago Buitrago, Anthon Charmig, Andreas Kron, Javier Romo, Ben O’Connor, Laurence Pithie, Marco Brenner ou Nicolas Prodhomme, juntamente com outros talvez menos conhecidos como Antoine L’Hôte, Edoardo Zambanini, Fabio Van den Bossche, Andrea Raccagni ou Patrick Eddy, recentemente coroado campeão australiano de estrada.

Já falando em primeira pessoa, insisto em como o prólogo inicial pode ser fundamental, e a verdade é que faz muito sentido ver Jhonatan Narváez vencendo novamente a classificação geral final. A verdade é que talvez seja o perfil perfeito; o único problema pode ser se algum ciclista como Luke Plapp, Jay Vine, Sam Watson ou Mauro Schmid conseguir uma vantagem suficiente para aguentar os dias restantes e vencer. Porque ciclistas como Lennert Van Eetvelt, Finn Fisher-Black, Adam Yates ou mais distantes, acho mais difícil vê-los recuperando tempo suficiente nas etapas restantes e levando a vitória. Não quero esquecer Corbin Strong e, acima de tudo, Matthew Brennan sem mencionar: acho que Willunga vai ser demais para eles, mas não podemos esquecer sua presença.

CANDIDATOS ÀS VITÓRIAS DE ETAPA

Falando de triunfos parciais, temos que considerar dois perfis específicos de ciclistas, além do finalizador que também lutará pela geral e já mencionado na seção anterior. Devemos falar, por um lado, de homens rápidos e, por outro lado, de especialistas em prólogos.

Na seção de sprinters, encontramos ciclistas proeminentes como Matthew Brennan, Sam Welsford, e Jensen Plowright, a priori os três principais nomes para assistir aos sprints neste Down Under. Após eles, aparecem outros ciclistas como Tim Torn Teutenberg, Juan Sebastián Molano, Ethan Vernon, Tobias Lund Andresen, Alberto Dainese, Corbin Strong, Casper van Uden, Stian Fredheim, ou Luke Lamperti.

Em relação aos especialistas em prólogos, ciclistas como Sam Watson, Maikel Zijlaard, Ivo Oliveira, ou Ethan Vernon parecem os principais favoritos. Após eles, devemos mencionar outros como Danny van Poppel, Matthew Brennan, Sam Welsford, Laurence Pithie, Kelland O’Brien, Luke Lamperti ou Mauro Schmid, junto com outros nomes mais contrarrelógio como Jay Vine, Oliver Bleddyn, Luke Plapp, Rémi Cavagna, ou Matteo Sobrero.


Tour Down Under 2026 Preview


RECOMENDAÇÕES DO IL CAPO CED

📂 Meus 10 capos a seguir (200–400 moedas)
Sam Watson (400), Oliver Bleddyn (200), Ivo Oliveira (200), Maikel Zijlaard (400), Jensen Plowright (200), Edoardo Zambanini (400), Andrea Raccagni (200), Andrea Bagioli (200), Tim Torn Teutenberg (400), Laurence Pithie (400)

📝 Na edição de 2025, dos 10 melhores ciclistas com mais pontos de fantasia, até três ciclistas estavam abaixo de 3% e dois outros estavam entre 6% e 9%.
📝 Nas edições de 2020, 2023 e 2025, os usuários que venceram essa corrida tinham pelo menos 1 ciclista com menos de 5% de seleções.
📝 Na edição de 2024, dos 10 melhores ciclistas com mais pontos de fantasia, temos dois ciclistas abaixo de 4%.

📂 10 ciclistas que poderiam te ganhar a corrida (-5% selecionados)
Aaron Gate (200), Patrick Eddy (200), Pierre Gautherat (200), Oscar Chamberlain (200), Lewis Bower (200), Brady Gilmore (200), Tom Donnenwirth (200), Haimar Etxeberria (200), Max Walker (200), Kelland O’Brien (200)

📝 Nas últimas 6 edições (desde a criação do jogo), o vencedor da camisa de sprint também foi um dos quatro ciclistas com mais pontos de Fantasia: Peter Sagan (1º em 2018), Patrick Bevin (1º em 2019), Jasper Philipsen (2º em 2020), Michael Matthews (4º em 2023), Sam Welsford (1º em 2024 e 2025). A importância de encontrar um bom sprinter que seja consistente ao longo da semana será uma das chaves mais importantes ao formar sua equipe.

📂 5 sprinters que poderiam te ganhar a corrida ou a camisa de sprint:
Sam Welsford (400), Matthew Brennan (600), Tobias Lund Andresen (600), Ethan Vernon (600), Tim Torn Teutenberg (400)

📝 Ciclistas nascidos a partir de 1º de janeiro de 2004, em diante, lutarão pela camisa de jovem ciclista. Na última temporada, por exemplo, Zac Marriage marcou 28 pontos graças a esta classificação, equivalente a terminar em 2º e 18º em duas etapas.

📝 A corrida começará com um prólogo, assim como na edição de 2023. Alberto Bettiol venceu naquele ano e já marcou 60 pontos graças a isso. Além disso, cada etapa passada com a liderança da CG representa automaticamente mais 15 pontos.

Percurso e Favoritos

Análise da corrida

Como foi vencida?

**Média do tipo de vitória desde a primeira corrida no Cycling Fantasy

Pontuação da etapa

Distribuição de pontos

ITTx 1
Fx 2
Ix 3

Previsões